Tuesday, November 30, 2004
Se isto não é ser grande...
Ainda andava eu a ver se descobria a melhor maneira de me rir da forma como o bem-na-merda-fica tinha feito cair o ministro, quando cai a Assembleia da República! Foda-se, são 230 deputados e p'rai uns 20 ministros (eu tentei contá-los mas eles não paravam de entrar e sair).
Ah gandas piu-pius! Eu, quando me faltar um bocado do cérebro, ou tiver Alzheimer (o que acontecer primeiro), também vou ser do benfas.
Nota mental: não esquecer de comprar o CD voador.
Tuesday, November 23, 2004
Eu é que sou o presi... o coerente!
"Gosto. Quando as pessoas falam das arbitragens é porque têm de desviar as atenções de outras coisas"
Pinto da Costa in "Largos dias têm 100 anos" (a lançar em 04.12.2004)
"PERGUNTA Tem algum comentário a fazer às arbitragens desta jornada?
PINTO DA COSTA O futebol tem destas coisas engraçadas. O Rio Ave marcou três golos legais e o Benfica dois, mas o empate por 3-3 é que conta. Nós sofremos um golo ilegal, sancionado por um auxiliar. E nunca a palavra auxiliar veio tão a propósito como no último sábado, em relação ao auxílio que deu ao senhor Lucílio Baptista. Perdemos com um golo ilegal, o que faz parte do futebol. Naturalmente, isso estará na agenda do presidente do Benfica, na visita aos ministros. Nós também vamos apresentar um filme, se não for ao presidente Putin, a algum responsável que possa fazê-lo chegar à nossa embaixada para depois enviar para cá, porque andam muito ocupados com outras coisas. Se calhar, vale mais a pena pedir uma audiência ao presidente do BES para falar da arbitragem de sábado do que ao próprio Conselho de Arbitragem. Infelizmente, isso faz parte do futebol, normalmente para o mesmo lado. Sem os erros de arbitragem que temos sofrido poderíamos estar numa situação tranquila, mas o que conta são os resultados finais. É o futebol que temos.
PERGUNTA Acha que o Benfica tem uma estratégia definida por estar sempre a falar nas arbitragens?
PINTO DA COSTA É tão evidente que até me estão a fazer esta pergunta. Por exemplo, enquanto falam dessas coisas e de fantasmas não vejo em parangonas no jornal "A Bola" que não foi golo, em relação ao golo ilegal que marcaram. Deviam, por uma questão de honestidade e coerência, tê-lo feito. Mas, nestas situações calam-se e passam por cima (...)"
Excerto de entrevista de Pinto da Costa ao Jornal "O Jogo" de 23.11.2004
Pinto da Costa in "Largos dias têm 100 anos" (a lançar em 04.12.2004)
"PERGUNTA Tem algum comentário a fazer às arbitragens desta jornada?
PINTO DA COSTA O futebol tem destas coisas engraçadas. O Rio Ave marcou três golos legais e o Benfica dois, mas o empate por 3-3 é que conta. Nós sofremos um golo ilegal, sancionado por um auxiliar. E nunca a palavra auxiliar veio tão a propósito como no último sábado, em relação ao auxílio que deu ao senhor Lucílio Baptista. Perdemos com um golo ilegal, o que faz parte do futebol. Naturalmente, isso estará na agenda do presidente do Benfica, na visita aos ministros. Nós também vamos apresentar um filme, se não for ao presidente Putin, a algum responsável que possa fazê-lo chegar à nossa embaixada para depois enviar para cá, porque andam muito ocupados com outras coisas. Se calhar, vale mais a pena pedir uma audiência ao presidente do BES para falar da arbitragem de sábado do que ao próprio Conselho de Arbitragem. Infelizmente, isso faz parte do futebol, normalmente para o mesmo lado. Sem os erros de arbitragem que temos sofrido poderíamos estar numa situação tranquila, mas o que conta são os resultados finais. É o futebol que temos.
PERGUNTA Acha que o Benfica tem uma estratégia definida por estar sempre a falar nas arbitragens?
PINTO DA COSTA É tão evidente que até me estão a fazer esta pergunta. Por exemplo, enquanto falam dessas coisas e de fantasmas não vejo em parangonas no jornal "A Bola" que não foi golo, em relação ao golo ilegal que marcaram. Deviam, por uma questão de honestidade e coerência, tê-lo feito. Mas, nestas situações calam-se e passam por cima (...)"
Excerto de entrevista de Pinto da Costa ao Jornal "O Jogo" de 23.11.2004
Nem a atirar-lhe isto à cara o homem ganha vergonha na cara...
Thursday, November 18, 2004
Eu não sou jornalista!
Nem sou de ferro! Irritam-me certas coisas que oiço e leio por aí, embora nunca o admitirei aos próprios, e, às vezes, sinto de necessidade de fazer como o Apre, mandar uma pedrada para o charco!
Não gosto de corporativismos que transformam o que de positivo tem o espírito de grupo em movimentos de defesa bacoca de uma classe - nós os perfeitos, unidos contra os comuns mortais, esses ignorantes que não sabem nada (a redundância não é gaffe).
Tenho tanto respeito por um jornalista como por um trolha ou cientista, ou seja, muito pouco (maus feitios à parte, cada macaco no seu galho, desde que seja bom profissional).
Já os comentadores (leia-se críticos) tenho alguma dificuldades em ter qualquer respeito, por pouco que seja. Porque razão há-de um gajo que não é suficientemente bom para fazer ter crédito para dizer, bem ou mal, dos que efectivamente dão o corpo ao manifesto o melhor que podem e sabem? Se um jogador da bola fala sobre um filme o mais provável é mandarem-no calar porque não percebe nada do assunto, mas se for ao contrário, o jogador é obrigado a aceitar a crítica, como algo positivo, e aproveitá-la para melhorar na sua profissão.
Vem isto a propósito das ondas de indignação que se levantaram às declarações de José Peseiro a seguir ao Spoooooorteen vs boacanelaàvista e até do telefonema do Ricardo.
Dizem que quem anda à chuva molha-se, que se tem de saber perder (e agora também ganhar), que se tem de aceitar as críticas (como algo construtivo, suponho) e portanto, com vaselina ou sem ela, abre o cu que aí vamos nós!
A minha resposta é: Porque razão não fazem o que apregoam? PORRA! Vejam as declarações do José Peseiro e do Ricardo como uma crítica construtiva à vossa performance enquanto jornalistas/comentadores, analisem-nas, reflictam sobre elas e retirem os ensinamentos para serem melhores jornalistas/comentadores no futuro. Ou é mais a política do "faz o que eu digo, não faças o que eu faço"?
Os comentadores são uma corja de abutres, que vivem (leia-se obtêm os seus rendimentos) do esforço e trabalho dos outros e, pior que isso, não têm qualquer pejo em lhes cuspir em cima.
E não me falem em liberdade de expressão. Esse é um direito constitucional claro e inequívoco. A distinção está no facto de comentadores serem pagos para emitir opiniões. E isso, meus amigos, faz toda a diferença. Se eu recebesse um eurito por cada opinião de merda que me passa pela cabeça estava a escrever este post das Maldivas com um par destes ao lado (ou por baixo... ou por cima... ou...):
Tuesday, November 16, 2004
Também não era preciso tanto!
A malta do boa(canela à)vista entusiasmou-se com o post anterior e vai disto! Atira-se para o chão (porque o jogo não era num pelado) e põe-se a jeito. 6! Parece que é mais barato... ou então é porque, não havendo vaselina, dói menos... não sei.
Como aqui não há mal agredecidos, o meu bem-haja e o desejo que no próximo jogo sejam eles a ganhar por 6.
