Tuesday, July 27, 2004
Surpreeeeesaaaa!
É verdade. Dando grande prova de generosidade, lfv decidiu brindar os sócios não com uma, tal como tinha prometido, mas com três, senhores, TRÊS surpresas. Assim, e para além do lindo, belo e deslumbrante foguete de fogo de artifício, único em Portugal, apresentado no jogo do centenário (e não, não me refiro ao benfica 1 - Beira-Mar 2), a maça(1) adepta foi brindada com DOIS golos contra o Real Madrid. Hossana ao Senhor lfv, santo padroeiro das causas perdidas.
(1) Não é lapso, não quis pôr "massa" para não pensarem que era alguma piada de mau gosto ao allenatore
(1) Não é lapso, não quis pôr "massa" para não pensarem que era alguma piada de mau gosto ao allenatore
Monday, July 26, 2004
Os eternos insatisfeitos
Um gajo que é dono de uns bares de putas lá para o norte queria que lhe convocassem 6 a 8 vacas para fazer os broches à comitiva olímpica portuguesa. Como foram escolhidas a dedo parece que todas juntas não fazem 1. O gajo está fodido e com razão.
Faz-me lembrar uma história muito antiga, mas mesmo muito antiga, lá para os idos de 1989...
Reza a lenda que havia a norte do Douro um tenrinho que era melhor que qualquer puta que já tivesse pisado terras lusitanas. Deixava entrar tudo menos as bolas e prometia vir a ser a nova Madonna das Big Boobies. Embora nunca tenha passado de prima donna ainda hoje muitos pensam assim.
Eis senão quando, lá pelas arábias, se organiza um dos certames mais reputados do mundo. Logo o líder da charanga local se lembra desse tal puto e, na esperança de vir a maravilhar os sheiks da região (e até quem sabe trazer alguns cheques), o chama para desfilar.
Nunca ninguém soube ao certo o que aconteceu mas uma coisa é verdade: nunca mais se ouviu falar do puto maravilha até passados muitos anos, já no longínquo mês de Junho de 2004, alguém levantar a voz para dizer: "Tirem esse filho da puta daí, uma baia encaixáva-as muito melhor!"
Pois é, para os eternos insatisfeitos a vida é assim, nunca ninguém lhes faz a vontade.
Faz-me lembrar uma história muito antiga, mas mesmo muito antiga, lá para os idos de 1989...
Reza a lenda que havia a norte do Douro um tenrinho que era melhor que qualquer puta que já tivesse pisado terras lusitanas. Deixava entrar tudo menos as bolas e prometia vir a ser a nova Madonna das Big Boobies. Embora nunca tenha passado de prima donna ainda hoje muitos pensam assim.
Eis senão quando, lá pelas arábias, se organiza um dos certames mais reputados do mundo. Logo o líder da charanga local se lembra desse tal puto e, na esperança de vir a maravilhar os sheiks da região (e até quem sabe trazer alguns cheques), o chama para desfilar.
Nunca ninguém soube ao certo o que aconteceu mas uma coisa é verdade: nunca mais se ouviu falar do puto maravilha até passados muitos anos, já no longínquo mês de Junho de 2004, alguém levantar a voz para dizer: "Tirem esse filho da puta daí, uma baia encaixáva-as muito melhor!"
Pois é, para os eternos insatisfeitos a vida é assim, nunca ninguém lhes faz a vontade.
Seja melhor que o Furball II
Legende a imagem:
"Ó que caralho, ainda agora aqui estava..."
"Ó que caralho, ainda agora aqui estava..."
Nem de propósito...
Thursday, July 22, 2004
Seja melhor que o Furball I
Legende a imagem:
"foda-se, outra lá para dentro. Assim não vou ser convocado..."
"foda-se, outra lá para dentro. Assim não vou ser convocado..."
And now, for something completely different
Ainda na sequência de acontecimentos menos felizes no decorrer do Euro2004 (descanse a tripeirada que não lhes vou atirar à cara a brilhante carreira de Scolari à frente da Selecção), dou agora início a uma rubrica dedicada a vitor baía, esse grande ícone do aviário.
Ora atentem:
"Vítor Baía terá começado a ser «engolido» pela voragem da «idolatria» quando, há já meia dúzia de anos, foi inexplicavelmente promovido a «melhor guarda-redes do mundo» pelas opiniões quase unânimes do pequeno universo futebolístico português. A incorrigível megalomania lusitana, sempre pronta a fabricar heróis, transformou um bom guarda-redes, resguardado pela equipa mais poderosa de um campeonato já então em acentuado declínio, numa espécie de novo Zamora ou novo Yashin do futebol mundial pós-moderno. O FC Porto tirou o maior partido possível dessa reputação atribuída ao seu guarda-redes titular, fazendo um bom negócio com o Barcelona. Vítor Baía julgou que já não tinha nada a aprender e pôs-se a jogar cada vez mais «em câmara lenta», a confiar no seu golpe de vista e a cultivar uma imagem sobranceira e dominadora, dentro e fora dos relvados. A sua participação num campeonato bastante mais competitivo e aberto, como então já era a Liga espanhola, acabou por se revelar simultaneamente desastrosa e dramática. Aos sucessivos fiascos do seu modo de jogar, num futebol disputado a alta velocidade, veio acrescentar-se a grave lesão que daria a machadada final na exagerada reputação que o precedeu. Regressado à santa terrinha, todos aqueles que o incensaram não quiseram dar parte de fraco e Vítor Baía continuou a ter garantida a titularidade na baliza da selecção nacional, mesmo ao pé coxinho e com um ridículo número de jogos como titular na equipa do clube a que regressou, o FC Porto. Os privilégios criam vícios e custa muito abdicar deles. Vítor Baía talvez esteja hoje a ser vítima de alguma injustiça mas é sobretudo vítima de si próprio. Nem sempre se pode «contar com o ovo no Cu da galinha», (...). As coisas no nosso futebol são o que são. E entre Baía e Nuno que venha o Mourinho e escolha."
Fonte: Diário de Notícias on-line
Ora atentem:
"Vítor Baía terá começado a ser «engolido» pela voragem da «idolatria» quando, há já meia dúzia de anos, foi inexplicavelmente promovido a «melhor guarda-redes do mundo» pelas opiniões quase unânimes do pequeno universo futebolístico português. A incorrigível megalomania lusitana, sempre pronta a fabricar heróis, transformou um bom guarda-redes, resguardado pela equipa mais poderosa de um campeonato já então em acentuado declínio, numa espécie de novo Zamora ou novo Yashin do futebol mundial pós-moderno. O FC Porto tirou o maior partido possível dessa reputação atribuída ao seu guarda-redes titular, fazendo um bom negócio com o Barcelona. Vítor Baía julgou que já não tinha nada a aprender e pôs-se a jogar cada vez mais «em câmara lenta», a confiar no seu golpe de vista e a cultivar uma imagem sobranceira e dominadora, dentro e fora dos relvados. A sua participação num campeonato bastante mais competitivo e aberto, como então já era a Liga espanhola, acabou por se revelar simultaneamente desastrosa e dramática. Aos sucessivos fiascos do seu modo de jogar, num futebol disputado a alta velocidade, veio acrescentar-se a grave lesão que daria a machadada final na exagerada reputação que o precedeu. Regressado à santa terrinha, todos aqueles que o incensaram não quiseram dar parte de fraco e Vítor Baía continuou a ter garantida a titularidade na baliza da selecção nacional, mesmo ao pé coxinho e com um ridículo número de jogos como titular na equipa do clube a que regressou, o FC Porto. Os privilégios criam vícios e custa muito abdicar deles. Vítor Baía talvez esteja hoje a ser vítima de alguma injustiça mas é sobretudo vítima de si próprio. Nem sempre se pode «contar com o ovo no Cu da galinha», (...). As coisas no nosso futebol são o que são. E entre Baía e Nuno que venha o Mourinho e escolha."
Fonte: Diário de Notícias on-line
Verdades absolutas
- O Spoooorteeenn é o MAIOR!
- O Sporting da Covilhã é o 2º maior;
- O Vitória (de Setúbal, claro) é o 3º maior;
- O resto é merda para um gajo ver jogos todos os fins de semana.
De volta ao normal
Depois de um período de tréguas motivado por um Campeonato europeu brilhantemente organizado por Portugal, e em que a equipa nacional esteve à altura dos acontecimentos, eis-nos de volta às animosidades clubistas.
Vai-me custar um pouco chamar-vos à triste realidade da vossa insignificância, até porque é fácil simpatizar com a pessoa por trás do adepto, mas o que tem que ser tem muita força.
Da mesma forma unilateral que foram decretadas as tréguas, declaro abertas as hostilidades para a temporada 2004/2005!
Vai-me custar um pouco chamar-vos à triste realidade da vossa insignificância, até porque é fácil simpatizar com a pessoa por trás do adepto, mas o que tem que ser tem muita força.
Da mesma forma unilateral que foram decretadas as tréguas, declaro abertas as hostilidades para a temporada 2004/2005!
